Salários generosos sempre foram o principal artifício utilizado pelas empresas para atrair e manter bons profissionais. Quando a remuneração deixou de ser e o único item avaliado pelas pessoas, as organizações passaram a oferecer uma série de benefícios adicionais, como auxílio em despesas médicas, creche para os filhos dos funcionários e subsídios em cursos de capacitação e qualificação, para citar os exemplos mais comuns. Hoje, no entanto, quem está no mercado quer mais do que simplesmente ganhar mais. É por isso que os gestores estão cada vez mais atentos ao chamado “salário emocional“.

Ao contrário de um salário comum, o salário emocional não é representado por uma cifra e nem está registrado em carteira. Trata-se, na verdade, de um conjunto de fatores emocionais e motivacionais que fazem com que as pessoas queiram permanecer em uma empresa. Por ser algo subjetivo, que varia de acordo com cada ambiente ou tipo de profissional, sua composição acaba sendo diferenciada.

Desta forma, “Salário Emocional” nada mais é que um conjunto de fatores emocionais e motivacionais que fazem com que as pessoas queiram permanecer em uma empresa. Dentre eles se destacam:

  •  Oportunidades de desenvolvimento profissional;

  •  Oportunidades de progressão na carreira;

  •  Reconhecimento do trabalho;

  •  Motivação;

  •  Ambiente de trabalho positivo;

  •  Natureza e desafios do cargo ocupado;

  •  Conteúdo enriquecedor da função desempenhada.

  •  Sentir-se parte da organização em que se trabalha.

E você, se sente emocionalmente recompensado na sua empresa?

Fonte: RH Portal

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